Co.jus
Inteligência editorial
aplicada ao Direito.
Portal aberto de notícias jurídicas, Briefing Co.jus por e-mail, Radar Jurídico 24/7 e Consultoria de Comunicação Jurídica para quem atua no Direito. Um veículo assinado por quem conheceu o setor por dentro.
Por que o Co.jus existe.
O Co.jus é um veículo brasileiro de jornalismo jurídico. Cobre decisões e movimentos do Judiciário em portal aberto, publica o Briefing Co.jus por e-mail, mantém o Radar Jurídico 24/7 e presta Consultoria de Comunicação Jurídica.
O Co.jus existe para traduzir o que a prática jurídica produz em informação de interesse público: decisões que merecem leitura para além da manchete, pautas que ganham relevância antes de a imprensa chegar a elas, movimentos do setor que não cabem numa nota corrida.
Na magistratura e na advocacia, quem se tornou referência pública entende o ponto: a decisão não termina quando é prolatada — ela produz efeito quando é comunicada e compreendida.
O Co.jus reúne três competências que raramente operam juntas: o jornalismo, para ler o fato com rigor; o Direito, para entender o que a decisão significa; a comunicação, para transformar essa leitura em presença, agenda e autoridade.
Quatro camadas de aproximação.
Portal Co.jus
Aberto, no portal. A cada decisão ou movimento relevante, a análise de comunicação: que posicionamento a decisão pede de quem atua na área, que risco de imagem ela cria e que espaço de manifestação ela abre. Leitura livre, sem cadastro.
Radar Jurídico 24/7
Monitoramento contínuo de tribunais e atos oficiais, com triagem assistida por inteligência artificial e curadoria do editor. É a camada de apuração que sustenta o portal e o Briefing — e que permite chegar à pauta antes de ela virar noticiário.
Briefing Co.jus
Por assinatura, direto no e-mail. Curadoria e leitura estratégica da semana jurídica: decisões com potencial de repercussão, pautas que devem migrar para o noticiário e os movimentos do setor em que vale ajustar o discurso.
Consultoria de Comunicação Jurídica
Sob consulta. Método aplicado a escritórios, a bancas e a advogadas e advogados em atuação autônoma que precisam de posicionamento público consistente: diagnóstico, arquitetura editorial e plano de presença pública.
Como o Co.jus usa inteligência artificial.
O Co.jus usa inteligência artificial em toda a operação editorial: no monitoramento de tribunais e atos oficiais feito pelo Radar Jurídico 24/7, na triagem de pautas, no apoio à apuração e à redação e na conferência de informação.
Nenhum conteúdo é publicado sem revisão humana. Cada informação factual é conferida na fonte primária — a decisão, o acórdão, a lei, o ato oficial —, indicada com link na própria matéria, e a aprovação final é do editor, que responde pelo que o Co.jus publica.
O Co.jus não usa imagem sintética como registro factual, não fabrica citações nem dados. Erros apontados são verificados e, confirmados, corrigidos na própria matéria, com registro da correção.
Esta política é pública por uma razão simples: quem lê tem o direito de saber como o que lê foi produzido.
Co.jus em resumo
- O que éVeículo brasileiro de jornalismo jurídico, com portal aberto de notícias.
- Quem editaRedação própria do Co.jus, com responsabilidade editorial humana.
- ProdutosPortal Co.jus (aberto), Briefing Co.jus (por e-mail), Radar Jurídico 24/7 e Consultoria de Comunicação Jurídica.
- Política de IAUso declarado, revisão humana obrigatória e fonte primária com link em cada matéria. Leia a política.
- No ar desdeabril de 2026.
Leitura estratégica da semana jurídica.
O Briefing Co.jus chega por e-mail com a curadoria da semana jurídica: o que foi decidido, o que tende a migrar para o noticiário e onde vale ajustar o discurso — leitura de poucos minutos, assinada pelo editor.
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Sugestão de pauta, pedido de correção ou proposta de parceria: sergio@cojus.co. O Co.jus também está no Instagram: @cojus.co.