Imprensa, Projetos de Lei, Diários Oficiais… montado de acordo com a sua necessidade.

O Direito se move o tempo todo, e quase nunca avisa. Uma comissão aprova o texto-base que mexe na premissa de um contrato; o plenário virtual fixa a tese que alcança milhares de processos. E numa terça-feira qualquer, o Diário Oficial publica a norma que reorganiza um setor inteiro. Tudo isso é público, está ao alcance de qualquer um — e ainda assim costuma chegar tarde, espalhado por dezenas de fontes que ninguém tem como ler por inteiro.

O Radar Jurídico — 24/7 é o serviço de monitoramento contínuo do Co.jus. Ele acompanha as fontes que pautam o Direito — Congresso, Diários Oficiais, tribunais superiores, imprensa especializada — e leva à sua mesa o que disso importa para a sua atuação. Quem faz essa triagem é gente de redação: uma equipe que cobre o Direito há mais de uma década e aprendeu no ofício a reconhecer, de longe, o movimento que merece atenção. A automação garante que nenhuma fonte fique sem leitura, a qualquer hora do dia ou da noite. O resto é ofício de editor.

Cada radar nasce de uma conversa. Uma banca tributária vigia um mundo; um departamento jurídico do varejo, outro bem diferente. Você aponta os temas e as fontes que interessam, e a redação monta o monitoramento em volta deles. Fale com a redação no WhatsApp e comece por aí.

O que entra no seu radar

Você define o que entra. Ler tudo, todos os dias, é tarefa nossa.

Como o aviso chega

A coleta roda em ciclos de minutos, dia e noite, fim de semana inclusive. Cada item passa por uma leitura de relevância antes de chegar a você — a mesma leitura que um editor experiente faz ao escolher manchete, aqui aplicada ao recorte do seu radar.

O aviso vem traduzido em consequência: o que o decreto altera nos seus contratos e o que a tese fixada significa para a sua carteira de processos. Às vezes, é apenas o que convém deixar engatilhado enquanto o assunto amadurece. O apanhado do dia chega de manhã cedo; o urgente — uma medida provisória editada, uma liminar de impacto — cai em mensagem na hora. E-mail, WhatsApp ou os dois: o canal também se acerta na conversa.

A mudança não é tecnológica. É de postura: da advocacia que reage para a advocacia que antecipa. O radar aumenta a sua capacidade preditiva.

Leitura Co.jus

O que já nasce do radar

Parte desse trabalho já roda à vista de todos, em três frentes editoriais abertas a qualquer leitor:


Inteligência editorial aplicada ao Direito

Da reação à antecipação.

Conte à redação o que você precisa enxergar primeiro. O Radar sai montado em volta disso, e o que move o Direito passa a chegar com tempo de virar decisão.

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